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terça-feira, 4 de julho de 2017

Infográfico Everest

Interessante infográfico sobre o Everest. Vale a pena conferir.

http://adventureweekend.com.br/monte-everest-infografico/

sábado, 25 de julho de 2015

Travessias Uricanal e Cobiçado x Ventania

   Agora que eu "renasci" vamos a este curtos relatos sobre o que se seguiu em relação as trilhas anteriores. Curto, pois acabei de retornar da Serra Fina e fiz o trecho completo. Mas este é papo para o próximo relato, que pretendo fazer em vídeo.

   Travessia Uricanal - 14 de Junho de 2015


   Além do Meu Castelo, este era um outro lugar que tinha um grande desejo de conhecer. Mas sinceramente me decepcionou um pouco, já que pensava que seria mais longo. Do ponto de ônibus em Caxambu até o restaurante do Tourinho no Bonfim, onde termina foram apenas três horas e meia. E não possui tantos obstáculos assim. Mas vamos lá.

Como disse anteriormente saltamos, eu, Willian o amigo dele Carlos no ponto de ônibus por volta das 09:30 Hs. Ajeitei o meu novo "gadget". Uma Sony Action Cam, com uma tira na cabeça que se tornou uma péssima ideia pelo posicionamento, mas que eu só iria perceber isso quando fizesse a Travessia Cobiçado x Ventania.

Logo no início da trilha.

Começamos a caminhar pela zona rural, por cerca de uma hora pelo "Caxambu Pequeno" até chegar na estação de captação de água das "Àguas do Imperador". Antes disso passamos por umas bifurcações de estrada para chegar até aí. 

No fundo o Alcobaça. Iriamos passar pelo vale ao lado direito dele.

Quando chegamos na estação de captação de água descobrimos, que o caminho não era este. Teriamos que voltar e seguir pelo caminho de cima. Como estava seguindo o GPS e o caminho indicava por ali, o responsável acabou deixando a gente passar para evitar de darmos uma grande volta. O Tracklog que eu peguei foi de um grupo que vinha na direção contrária. E eles devem ter dado de cara com a estação quando desciam. Posteriormente tentarei ajeitar isso.

De início a trilha se mostrava bem fechada. Era óbvio que aquilo era um caminho alternativo. mas não demorou muito para chegarmos na principal. Vimos isto com dois pequenos tocos de ponta amarela. Uma trilha que continuava a frente agora mais larga e outra para a direita que deveria levar para o ponto de partida verdadeiro do percurso.

Tocamos para cima, passando por um trecho de lama preta coberto por folhas providencias, que nos auxiliaram na transposição e passamos ao lado de um pequeno poço. No verão seria uma ótima pedida para parada.


Continuamos a subir. Outra coisa que me chamou a atenção, é que apesar de ser uma subida não tinha grandes trechos puxados de ascensão. Continuamos a seguir até chegar na placa, que comprova que você fez o percurso. Estas placas são colocadas ao longo das trilhas do "Caminhos da Serra do Mar". Um projeto que une diversas trilhas, tornando um trecho de longo percurso.


Continuamos a subir, sempre tendo a companhia do rio, que escutávamos varias vezes. E assim continuamos a marcha, sem maiores obstáculos até a Placa que indicava o início da Uricanal, que coincidentemente é onde começa a trilha para o Pico do Alcobaça. Aquele mostrado em outra foto.


Continuamos por mais 20 minutos de trilha de onde já podíamos ver parte do Vale do Pinheiral (Bonfim). Depois se transforma em estrada rural. Continuamos caminhando por mais uma hora até chegarmos ao restaurante do Tourinho. Uma deliciosa comida feita no fogão a lenha. Hummmm.


Melhor parte da trilha :-)

Outros comentários que deve ser mencionado:

a) A trilha, de ponta a ponta, durou cerca de três horas e meia. Desde o Ponto de ônibus no Caxambu até o restaurante do Tourinho. Saímos às 09:30 Hs e chegamos as 13:00 Hs.

b) Existem diversas sinalizações com tocos ao lado da trilha com a ponta amarela. Além disso a cada Kilometro tem um toco maior com a kilometragem:


Assistam ao vídeo a seguir que possuem maiores detalhes:



Travessia Cobiçado x Ventania em 12/07/2015


Meu primeiro pernoite pós-cirurgia, transportando cargueira era muito aguardado. Juntaram-se a esta "trip" Alex e Rita que haviam feito a travessia do Rebouças x Maua comigo no ano passado e mais os novos "Camelos" Leonardo, Lauro e Fellipe. Na verdade este trecho é geralmente feito em um dia, mas como gostamos de acampar, fazemos com cargueiras e pernoitamos no Alto da Ventania.

Vim de carona no carro do Alex, junto com a sua namorada Rita a partir da rodoviária Novo Rio rumo a Petrópolis, onde paramos no centro para um reforço no café da manhã e seguimos para Três Pedras em Caxambu. Aguardamos a chegada dos demais. Leonardo e Lauro chegaram de carro, enquanto o Fellipe veio de ônibus. Havia marcado 09:00 hs para começar a subida, mas com todos reunidos às 08:30 hs, começamos mais cedo. O Ponto de encontro é em frente a esta igreja ao fundo. De Nossa Senhora da Penha.



O primeiro trecho ainda é na Zona Rural. Uma longa estrada, bem ingrime, morro acima até chegarmos no fim dela e entrarmos a esquerda. Logo percebemos que o tempo não estava muito favorável, mas a previsão do tempo era de parcialmente nublado. Confiante na meteorologia continuamos o percurso. Ainda na estrada, que entramos a esquerda, paramos para reabastecer neste que seria o ponto inicial de água. O outro só no final do dia. Neste momento nos deparamos com um problema. Um dos membros trouce Clorin de "1000 litros" em vez do de um ou dois litros que é o ideal para purificar a água. Orientei ao mesmo para esfarelar levemente o mesmo na garrafa e reabastecer. Isto iria gerar um problema mais tarde.

No ponto de água.


Continuamos a jornada até o verdadeiro início da trilha. Paramos para tirar fotos e entramos.


O início antigamente era bem fechado, não tinha esta placa. Você somente se orientava pela pedra da foto atrás que tinha uma setinha amarela. Mas graças ao projeto do Caminhos da Serra do Mar houve uma manutenção do percurso que melhorou muito em todo ele. Antes era necessário até facão para percorrer.

Passamos por alguns obstáculos como troncos caídos, um barranco e continuamos a percorrer até começar a ingrime subida do Morro do Cobiçado. São cerca de 340 metros de altura para ser feito. Vale lembrar que esta travessia tem dois trechos puxados. Uma é esta subida, o outro é do morro seguinte que é o Vândalos. Mas vamos sofrer com um de cada vez :-).

Cadê o cume do Cobiçado?

Como podem ver pela foto acima, o nosso primeiro objetivo estava indicando cada vez pior as condições do tempo. Continuamos subindo até pararmos no primeiro platô. Neste momento eu refleti se a dor e sofrimento valeria a pena. Liguei o "dane-se" e continuamos a subir até um pequeno platô que antecede o ataque final ao cume para um breve descanso. 

Partimos novamente. Agora adentrando nas nuvens e sentindo o vento frio. Fomos andando calmamente até chegarmos ao cume. Lá foi um festival de procurar "janelas" entre as nuvens para poder tirar fotos. Foi até divertido. Comemos alguma coisa, descansamos por cerca de 30 minutos e partimos rumo ao Vândalos.





Neste percurso até la´o tempo melhorou e ficou mais fácil de visualizar as paisagens que tanto queríamos. Aos poucos as nuvens foram descortinando e todo o visual esperado foi aparecendo. Para chegarmos ao Vândalos temos que descer até um pequeno vale, para depois começarmos a subir novamente. Muitos perguntaram por que não tinha uma ligação direta de um cume ao outro. rs. Outra coisa que começou a aparecer foi estrume de vaca. Em outras vezes já me deparei com as mimosas na trilha, sem nenhum incidente. Alem de ficar me desviando das "minas" que elas deixam pelo caminho.

Primeira aparição do Castelos do Açu



A subida do Vândalos foi bem mais tranquila. Com o tempo melhorando conseguimos visualizar cada vez mais as paisagens e o nossos próximos objetivos. Flanquear a Pedra do Diabo e caminhar até o Tridente e seu famoso "rala-bunda". Chegamos ao cume dele onde tinha outra placa para comprovar que você esteve no local. Aí dei um período maior de descanso. Cerca de 40 minutos. Alguns até dormiram.

Placas de marcação de Kilometragem também presente neste trecho

Alcobaça finalmente apareceu

Placa no Cume do Vândalos

Continuamos a percorrer agora rumo ao paredão do Morro do Diabo. Tínhamos que flanqueá-lo, mas neste trecho tínhamos que recolher os bastões, pois a mata aí é bem fechada e cheio de desnível. Inclusive possui uma corda para descermos um pequeno barranco. Como este ano penduraram a corda em uma outra árvore, provavelmente para evitar de pisarmos nela, resolvi descer na mão. Alguns decidiram descer pela corda até onde dava. Sem incidente. Continuamos andando e subimos um pouco até chegarmos na entrada da trilha que leva para o Cume do Diabo. Eram 14:15 hs. Aí eu deixei a descisão para o grupo de subir ou não. A trilha continuava e subir lá em cima era optativo. Dois votaram a favor de subir, os outros três queriam continuar, justificando o cansaço. Venceu a maioria e continuamos. Azar o deles. Pois perderam a melhor vista de toda a travessia.

Prosseguimos agora caminhando pela "serrilha" tendo cuidado com algumas passagens expostas. Até chegarmos ao Tridente.

Tridente - Último pico do dia.

Depois de vencer um pequeno "trepa-barranco" e subir ao cume do Tridente chegamos ao temível "rala-bunda". Mas antes de iniciarmos a descida percebi que um dos membros na estava bem. Motivo: Lembra do problema do Clorin lá no início deste relato? Pois é. O gosto da água não ficou muito bom e estava com bastante sede. Ele e o outro que estavam dividindo barraca e mantimentos. Por sorte deles além do meu Camelback, estava também levando uma garrafa cheia de água mineral de 1,5 litros. Se esbaldaram com a água. Não fiquei preocupado com a minha água do Camelback, pois faltava cerca de uma hora para acabar o percurso do dia. Mas com certeza irão prestar bastante atenção na próxima vez de comprar Clorin :-)

Descemos o "rala-bunda", que já foi mais temido. Agora nos prontos mais críticos possuem cordas que se tornaram verdadeiros corrimões.

O Tridente após a passagem do "rala-bunda".

Depois de passar pelo Tridente e percorre um pequeno trecho em mata seguimos pela bela crista descampada rumo ao platô do Alto da Ventania. Isso mesmo. O Alto da Ventania é um imenso platô onde possui um "cume" sul e outro norte. Mas ficamos no abrigo do "caçadores", que fica ao lado da fonte d'agua. Pegamos água e ficamos passeando em direção ao cume Sul e Norte curtindo as belas paisagens.

Minha Barraca

Todos reunidos. Da esquerda para direita: Fellipe, Leonardo, Arcanjo (eu), Lauro, Rita e Alex .



Depois de ver o pôr-do-sol fomos para as nossas barracas, comemos, ficamos conversando um pouco e então dormimos. 

No dia seguinte levantamos para ver agora o nascer do Sol. Como sempre lindo neste lugar.




Depois tomamos café da manhã, arrumamos nossas coisas e partimos. A partir daí é só descida acompanhando as torres de transmissão de energia elétrica, que cortam o lugar. Mas metros antes de terminar a trilha, paramos para tomar um bom banho.





Depois disso entramos em uma plantação de vegetais, abundantes na região e saímos na estrada de terra, que corta a região. Estávamos de volta a zona rural. Andamos mais cerca de 1,5 km aproximadamente até pararmos em uma bar para beber a "Coca-cola da Vitória". Mas antes um moço em uma caminhonete aparentemente voltando do centro nos ofereceu de graça, laranjas da terra. Pegamos algumas e colocamos na mochila. Gente do meio rural são muito simpáticos.



Percorremos mais cerca de 1.5 km até voltarmos ao ponto de partida. Isso mesmo. Apesar de não fechar um circuito completo o fim e o início da Travessia do Cobiçado x Ventania são bem próximos. A sequência de morros forma um "L" e a descida do Alto da Ventania é como se estivéssemos voltando.

Nos despedimos do ponto de partida. Eu Alex, Rita e Fellipe voltamos para o centro de Petrópolis onde almoçamos e depois retornamos ao Rio. Leonardo e Lauro voltaram no carro da esposa do Lauro que os aguardava.




E assim terminou mais uma travessia Cobiçado - Ventania. Com a certeza que eu estava pronto para fazer a considerada travessia mais difícil do Brasil: Serra Fina.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

O Cruzeiro do Morro Açu

O cruzeiro do Morro Açu foi posto neste lugar em homenagem a todos aqueles que faleceram no percurso da Travessia Petrópolis - Teresópolis. E ao contrário do que muito pensam não foi somente devido ao raio que caiu nos Castelos do Açu, no topo do cabo de aço, onde matou cerca de três montanhistas, e tão pouco as vítimas do cavalinho, que aliás eu nunca ouvi falar de fatalidade neste trecho. As maiores vítimas sofreram de uma mal que muitas vezes vêem de forma silenciosa: A Hipotermia. O frio lá em cima chega a temperaturas negativas. E muitos são vítimas deste terrível inimigo. Por isso, um bom saco de dormir, boa barraca e roupas de frio são essenciais para esta aventura.

Vejam nesta foto o que está escrito, em homenagem aos que perderam a vida na travessia.
Nota: de acordo com o Guia do Parque, a altitude correta é de 2.216 m

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Dicas: Barracas - Parte 3

Quechuahttp://www.quechua.com/pt-BR/

Uma marca nova para os Brasileiros. De origem Francesa possuem barracas normais e as chamadas "2 seconds" que armam praticamente de forma instantânea. Porém todas elas são submetidas a rigorosos testes de vento e chuva:



Apesar de usar um sistema de classificação diferente das demais, chamado "Teste do Chuveiro" suas barracas tem resistência mínima de 2000 mm para o teste de Coluna D'agua. O que para os padrões brasileiros está de bom tamanho.

O que se tem a falar contra a Quechua? Somente com relação a linha "2 seconds"; Apesar de serem barracas tipo "pop-up", que armam praticamente sozinhas, o seu transporte é um tanto peculiar. Todas elas são guardadas em uma sacola redonda em formato de disco. Não preciso nem mencionar que isso não combina com uma mochila cargueira ou até outra mesmo de menor capacidade. Serve somente se for para uma Camping cuja a distância seja curta ou que você possa parar com o seu carro ao lado do acampamento. Além disso costumam ser um pouco mais pesada que o normal.

The North Facehttp://www.thenorthface.com/en_US/index.html

Talvez sejam consideradas as melhores barracas do mundo. É costume ver suas tendas em lugares de alta montanha, inclusive na região do Himalaia. Mas como eu falei no início destes comentários. Tudo que é muito bom tem um alto preço. E coloca alto nisso. Seus equipamentos em geral são extremamente caros, e você questiona se de fato o investimento neste material vale a pena. Talvez para quem esteja nas classes A e B econômica até vale, mas sinceramente tem boas marcas com produtos de qualidade sem necessariamente ter os preços orbitantes que eles possuem.

Este modelo abaixo é um dos mais em conta. Custa "apenas" US$ 439,00. Imagina. Convertendo para o real e mais os impostos, quanto sairia o preço desta barraca? Em compensação eles se dão ao luxo de excluir o sobreteto e ainda oferecer uma resistência de 3000mm de Coluna D´agua. Mas também por este preço...

Manasluhttp://www.manaslu.com.br/index_inicial.htm

Pouco divulgada e quase um "Cult" entre alguns montanhistas. É a única marca brasileira que eu tenho conhecimento que faz equipamento para alta montanha. Costuma produzir por encomenda. Seus preços devido a este sistema de produção acaba encarecendo também o seu preço final. Mas quem tem rasga elogios e que não fica nada a dever as grandes deste setor. Somente pelo preço.


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Site - Fui Acampar

Site com várias dicas, roteiros e informações para quem gosta de Camping. Vale a pena dá uma olhada. Aliás a nossa próxima sessão de dica será sobre barracas.


http://www.fuiacampar.com.br/

domingo, 11 de agosto de 2013

Dicas - Motivação

Olá leitor do Blog Trilhas e Camping!

Hoje inauguramos mais uma etapa. Teremos o nosso primeiro de muitos textos falando sobre montanhismo. E como primeiro tema, iremos falar de algo que pode parecer não muito relacionado com as trilhas que percorremos, mas sim com o mundo da Psicologia: Motivação!

Trilha para o Cobiçado, localizado na região de Caxambu, Petrópolis.

Pode parecer óbvio demais falar de um assunto assim, pois é lógico que para fazer uma trilha, uma excursão, ou até mesmo qualquer coisa que desejamos fazer da nossa vida é necessário motivação. Mas o que eu quero abordar aqui não é exatamente o conceito de motivação, e sim as motivações erradas que levam a prática deste esporte. É tão importante este assunto, que isso pode levar ao fracasso uma excursão.
Exemplos:

1)      Irei fazer para emagrecer: Apesar de ser uma caminhada o desgaste é muito grande. A ausência de uma alimentação adequada pode gerar problemas como tontura, pressão baixa entre outros. Como eu costumo dizer “Montanhismo não é lugar para fazer dieta”.

2)      Preciso praticar algum esporte e vou fazer trilha: Na verdade amigo deveria ser ao contrário. Você deveria praticar alguma atividade física para poder fazer trilha. Fazer trilha, hiking ou trekking não é um esporte que é proporcionado para todos os dias. É o típico de “esporte de final de semana”. Como disse no exemplo anterior ele proporciona um grande desgaste. E preparo físico prévio é importante.

3)      E um último exemplo de motivação errada: Vou fazer trilha porque tem belos lugares para ir. O ambiente de trilha é um ambiente hostil. Tanto que todos que praticam esportes radicais relacionados a natureza são chamados de aventureiros e não é a toa. Nem sempre você vai conseguir chegar naquele Pico, mirante, praia ou cachoeira nas condições que você previu. Não é muito difícil que ocorra nevoeiro, chuva, frio intenso entre outros fenômenos que talvez você não goste. Nem vou entrar na questão das serpentes, insetos e outros animais, que se você nem gosta de confrontar em pensamento, imagine no meio do mato.

Tudo isso tem que se lavado em conta antes mesmo de você sair de casa. Por isso tem que avaliar bem a motivação que te leva a prática de trilha. A maioria que pratica o Montanhismo curte o contato com a natureza, banho de rio, belas paisagens e principalmente superação. Estas com outras motivações é que nos impulsionam. Se você tem dúvida procure uma trilha que não leve mais de duas horas, se oriente sobre o percurso que vai fazer ou procure um guia. Planejamento será um tema futuro a ser abordado.

Até a próxima. 

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

quarta-feira, 31 de julho de 2013

sábado, 13 de julho de 2013

Dedo de Deus - Clip

Uma beleza de clip feito através de uma aeronave Drone. Que são pequenos aviões ou helicóptero sem tripulante, mas com grande capacidade e controlado a distância.

http://www.youtube.com/watch?v=Yk8Wh3yavPI

Infelizmente não deu para colocar o player direto desta vez. Mas é só clicar no link acima.

Trekking: Pernoite ou não pernoite. Eis a questão.

Mas o que é trekking afinal. Realmente seria necessário o pernoite para caracteriza-lo, como tanto é divulgado por aí? Ok. No meu...